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terça-feira, 14 de abril de 2015

Chico, Chico, Chico e suas (ele) mulheres!


Sempre digo a todos que o meu compositor (e cantor também) favorito é o Chico Buarque. As vezes, principalmente os mais novos, fazem uma expressão estranha no rosto, do tipo: "tem certeza?".

Bom, tenho sim, talvez por que eu valorize por demais o que esse cara consegue desenhar, pintar, atuar, dramatizar, cantar e filmar  com suas palavras e música...

Mesmo assim, vejo que alguns não conseguem visualizar tudo isso na música do Chico. Então, para estes, e para quem aprecia a boa arte brasileira, segue abaixo Letícia Sabatella interpretando Chico .. simplesmente demais.




Hahahaha, acha pouco, então veja a música Teresinha no espetáculo Palavra de Mulher (vale muito apena assistir ao vivo - eu fui aqui em Ribeirão Preto) interpretada por Virgínia Rosa.




Bom, acho que agora consigo me fazer entender ;-).

Você sabe o que é uma Dashcam?


Você sabe o que é uma dashcam? Não!
Dashcam (no Brasil vem sendo chamada de "filmadora veicular") é uma câmera que é instalada no para-brisa do carro e fica filmando a estrada/rua/transito enquanto o carro esta em movimento.

Ela é muito útil para registrar acidentes de carros e fornecer evidencias que irão documentar exatamente como o acidente aconteceu.

Veja o vídeo abaixo, quando uma dashcam registrou exatamente como um determinado acidente aconteceu nos EUA ( parece que ninguém se machucou, ainda bem).



Mais abaixo um vídeo ensinando a utilizar


Então, essas câmeras podem ser compradas aqui no brasil, abaixo coloco alguns sites nos quais você pode encontrá-las (não testei o site e não sei se são de confiança ;-) ).

Mercado Livre
EXTRA
SUBMARINO

É isso ai!
#marcoschiodi


Concreto permeável - será uma solução para as enchentes?



Olhá que legal, bolaram um concreto permeável.
Lógico que teríamos que construir um sistema de escoamento embaixo das rodovias, entre outras coisas. Mas é uma primeira solução, certo?!




Tem um reportagem legal falando sobre isso, vejam abaixo. (clique na imagem para aumentar)


segunda-feira, 13 de abril de 2015

Da série "Cartas": Carta de um pai a uma filha sobre educação - "Não deixe que a escola te ensine".


Esta é uma "outra carta" que um pai escreveu à sua filha sobre educação. Alias, a carta é sobre como é a educação de hoje em dia, como ela deveria ser e como a filha deve então se portar.
É realmente muito interessante e nos faz pensar sobre como as nossas escolas deveriam ser.
Abaixo reproduzo na íntegra a carta, a qual foi publicada no site www.rescola.com.br, mais especificamente AQUI:

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CARTA À MINHA FILHA: NÃO DEIXE QUE A ESCOLA TE ENSINE

Clarice querida,
Omundo está mudando rápido. Bem mais rápido que as nossas escolas. Há tantas delas que ainda não perceberam que este mundo internético em que hoje vivemos é radicalmente diferente do mundo desconectado de algumas poucas décadas atrás e que nossa Educação agora pode e precisa ser muito melhor.
Grandes ideias não faltam: escolas na nuvem na Índiaaulas sem turmas nem professores em Portugalsalas-de-aula invertidas nos Estados Unidosbrinquedos que ensinam crianças a programar computadores na Inglaterramilhares de pessoas do mundo todo fazendo juntas cursos de nível superior!Mas é preciso querer ver a necessidade de mudar, e isso demora. Por mais que eu esteja otimista, não acho que os anos que te restam na escola sejam tempo suficiente para essa onda de renovação se espalhar pelo Brasil e chegar à tua sala-de-aula.
Vai ser por pouco… Você é parte da última geração de alunos da escola do passado. Ou seja, alunos de um modelo de educação igualzinho ao que eu tive, e que também foi o mesmo dos teus avós, teus bisavós, teus trisavós…
Mas se não dá para evitar que as manhãs da tua infância sejam gastas em aulas chatas e desestimulantes, você pode pelo menos ficar alerta aos defeitos desse modelo. Assim, enquanto você aproveita o que a escola pode te oferecer de bom, vai conseguir impedir que ela te ensine algumas coisas que a mim custaram muitos anos para desaprender.
Não deixe que a escola te ensine que conhecimentos podem ser compartimentados, separados em caixinhas, isolados uns dos outros.
Na escola do passado, a matemática acaba quando começa a física e a geografia acaba quando começa a história. No mundo, há biologia no esporte, matemática na música, história na literatura, gramática na programação de computadores… Por isso, depois de ver algo de perto, dê sempre um passo para trás, perceba as relações, enxergue o todo.
Não deixe que a escola te ensine que alguns conhecimentos são mais importantes que outros.
Na escola do passado, para cada aula de artes há duas de geografia e para cada uma de geografia há duas de matemática. Música, artes plásticas, esportes, religião, filosofia são tratados como matérias de “segundo time”. Quantos grandes artistas e esportistas foram vistos como maus alunos e forçados a abandonar seus talentos porque o conhecimento que lhes interessava não era o mesmo que interessava à escola! Persiga teus interesses mesmo que eles não interessem a mais ninguém.
Não deixe que a escola te ensine que há um momento específico para aprender cada coisa.
Na escola do passado, quem não consegue acompanhar a turma é tido como um fracassado e quem quer avançar mais rápido é freado, impedido. Ela exige que todos aprendam o mesmo ao mesmo tempo. Mas as pessoas não são todas iguais. Você pode ter mais facilidade que os colegas em um determinado assunto e menos em outro. Não deixe que te empurrem nem que te segurem. Respeite teu próprio ritmo de aprendizado.
Não deixe que a escola te ensine a decorar.
Informação x ConhecimentoAo contrário, esqueça tudo que puder. O homem dominou o planeta porque foi capaz de fabricar ferramentas que estenderam os limites das nossas mãos e pés. Agora, fomos ainda mais além e fabricamos ferramentas que estendem os limites do nosso cérebro. Não precisamos mais desperdiça-lo usando-o como um depósito de nomes, datas e fórmulas; hoje podemos aproveitar todo o potencial dele para analisar, criticar e refletir o mundo de informações que podemos acessar com um clique. A Internet é o teu HD, o cérebro é o teu processador.
Não deixe que a escola te ensine a te contentar com pouco.
Na escola do passado, as consequências de tirar nota 10 ou nota 7 são as mesmas. O aluno excelente passa de ano da mesma forma que o mediano, com, no máximo, um elogio da professora. Assim, aos poucos os alunos vão ficando satisfeitos em “passar por média”. Nunca fique contente com a média. Dê teu melhor sempre, em tudo o que fizer (inclusive nesses poucos anos que ainda te restam na escola do passado). No mundo, ao contrário da escola, a excelência faz muita diferença.
Não deixe que a escola te ensine a acreditar que ela é suficiente.
A escola do passado lamentavelmente abdicou da missão de preparar os alunos para o futuro e se limita a tentar prepará-los para o vestibular ou o ENEM. Mas a tua vida produtiva começa exatamente depois desse ponto e para ser bem sucedida nela você precisará de muito mais do que ciências, matemática, português, história e geografia. O futuro vai exigir que você tenha uma boa noção dos teus direitos e deveres para cumprir teu papel de cidadã, conheça um pouco de economia para saber gerenciar teu dinheiro, aprenda sobre empreendedorismo para fazer tuas ideias virarem realidade, tenha consciência global para compreender teu lugar no mundo, domine a Internet enquanto ferramenta de comunicação e muito mais. Há muitos conhecimentos que não estão na escola. Procure-os onde estiverem.
Não deixe que a escola te ensine que provas são capazes de medir a tua capacidade e inteligência.
A história está repleta de gênios que foram tidos como maus alunos. Eles eram considerados incapazes nas suas escolas porque estavam à frente delas e, portanto, não podiam ser medidos pelos seus testes. As provas da escola do passado servem para provar quem está mais adequado ao mundo do passado.
Não deixe que a escola te ensine que você não tem nada a ensinar.
Na escola do passado os alunos são separados em séries de acordo com suas faixas etárias e isso praticamente impede a interação entre idades diferentes. Colegas um pouco mais velhos têm muito a te ensinar e, o que é ainda mais importante, os mais novos têm muito a aprender contigo. E ensinar é a forma mais eficiente de aprender. Quando um professor detém o monopólio do ensino, ele te rouba inúmeras oportunidades de aprender ensinando e ensinar aprendendo.

Caminho do sucessoNão deixe que a escola te ensine que errar é ruim.

Provas fazem isso o tempo todo, sem que os alunos percebam. Do jeito que são feitas, elas servem apenas para apontar e punir nossos erros e desperdiçam a oportunidade de nos ajudar a aprender com eles. O resultado é que aos poucos vamos nos acostumando a não arriscar e a evitar erros a todo custo. Não há nada pior para o aprendizado do que o medo de errar. Erre! Erre de novo! Erre à vontade. Erre quantas vezes forem necessárias até acertar.
Não deixe que a escola te ensine a ser apenas consumidora de ideias.
A escola do passado se limita a ruminar as ideias dos outros. Diariamente, aula após aula, os alunos mastigam, engolem e digerem um enorme cardápio de informações. Não há nenhum espaço para que eles gerem conhecimento, produzam pensamentos, criem ideias, somem. Os alunos são tratados como se fossem incapazes disso e logo se convencem dessa incapacidade. O mundo do futuro é o mundo da troca. Nele, os bem sucedidos não serão os que forem capazes de acumular mais ideias, mas os que forem capazes de distribuir mais. Escreva, desenhe, cante, dance, filme, blogue, fotografe, pinte e borde. Crie, produza, pense, gere, compartilhe.
E o mais importante de tudo, minha filha: não deixe que a escola te ensine que aprender é a mesma coisa que ser ensinado.
Toda criança nasce uma esponjinha de conhecimento ávida para absorver os comos e os porquês de tudo que vê. Essa curiosidade sem fim, essa fome de aprender costuma durar até o exato momento em que ela passa pela porta da sala de aula da primeira série da escola do passado. É nesse momento que as crianças são convencidas que aprender não é experimentar, sentir e sujar as mãos de terra ou tinta, como faziam até agora, mas sim sentar silenciosamente em cadeiras alinhadas e ser ensinado por um professor que é o dono de todo o saber e que decide sozinho a hora de começar e de parar de estudar cada assunto. O aprendizado não vem mais da interação da própria criança com o objeto que ela está conhecendo. Agora, ele é “transferido”. A criança não faz mais perguntas, ouve respostas. A busca do conhecimento não começa mais nas interrogações dos alunos, mas nas afirmações do professor; o estudo não mais se inicia na curiosidade, mas na autoridade. A criança não está mais no comando do seu aprendizado, ela não é mais um sujeito ativo no ato de aprender, é um sujeito passivo do ato de ensinar do professor. Em resumo, a criança não mais aprende, é ensinada. Não abra mão da direção da tua vida. Viver é aprender e você tem autonomia (ou seja, a liberdade e a responsabilidade) para decidir o que aprender e, portanto, como viver. Não a ceda a ninguém.
Se você conseguir impedir a escola de te ensinar essas coisas, vai acabar descobrindo que vida escolar é diferente de vida de aprendizado. E então, terá a vida inteira para desfrutar dessa incrível Era do Conhecimento que está apenas começando.
Te amo.
Teu pai


sábado, 11 de abril de 2015

Os 12 princípios da animação - por Frank Thomas e Ollie Johnston

Você sabia que tem um livro bastante interessante que fala sobre os 12 princípios de uma animação? Pois é, existe!

Frank Thomas e Ollie Johnston escreveram o livro "The ilusion of life" para os estúdios Disney. Olha a foto do livro logo abaixo.



O livro introduz 12 conceitos/princípios sobre as animações. E pasmem, são princípios super básicos, porém, deve ter dado maior trabalhão para os dois chegarem a eles. (fácil é como ficou e não como chegaram lá ;-)).

Foi então que veio uma galerinha e explicou os 12 conceitos por meio de vídeos animados (metaexplicação ?!?!). Ficou muito legal e fácil de entender. Abaixo coloco os vídeos com as explicações.

Marcos Chiodi
#marcoschiodi
PS: vi primeiro aqui.













quarta-feira, 8 de abril de 2015

A carta de uma mãe aos professores do seu filho!



Eu li este artigo desde blog aqui. Achei sensacional e na obrigação de divulgá-lo ;-).

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Texto publicado originalmente no site Uma mãe como outra qualquer. Essa carta foi enviada pela mãe do Enzo aos professores dele, no Dia dos Professores, em 2013. Hoje, 2 de abril, Dia Mundial de Conscientização do Autismo, é uma ótima ocasião para relembrá-la.
Eu, pessoalmente, sempre tive boas experiências com professores. Desde o jardim de infância eu me relacionava bem com eles. No começo da adolescência, gostava de testar a autoridade deles, mas de uma forma extremamente argumentativa – nunca briguei, apesar de questionar bastante muitas atitudes. Além disso, na família e no círculo próximo de amigos, também tenho muitos professores como exemplo de “pessoas boas”, como falamos aqui na Ilha.
Então, foi uma coisa natural, quando o Enzo nasceu, eu esperar que a vida escolar dele fosse algo relativamente tranquilo. Claro, eu encontrei também professores ruins pelo meu caminho, mas nada fora do normal de qualquer profissão, e nada que tivesse atrapalhado a minha vida de verdade. Mas não foi assim. E acho que isso foi o primeiro choque de todo o diagnóstico de autismo do Enzo, porque pra mim sempre foi muito óbvio que, antes de qualquer especialização, treino, curso, a maior qualidade que as pessoas que lidavam com o Enzo precisavam ter era amor. E não amor por ele, porque isso não se pode escolher e é ‘obrigação’ só da família, mas amor pelo que estavam fazendo por ele: a fono tinha que ter amor em ensiná-lo a se comunicar, a psicóloga em ajudá-lo no seu relacionamento e autoestima, e a professora em ensiná-lo a aprender a conviver num ambiente escolar, em orientá-lo para que ele desenvolvesse todo o seu potencial.
Mas, em dois momentos diferentes, vi medo e desdém (e raiva, até) nos olhos de quem deveria acreditar no potencial do meu filho, em quem deveria mostrar para ele como a vida fora do mundinho dele podia ser legal, e meu mundo desabou. Eu sabia que há professores que não têm amor pelo que fazem, como há jornalistas, médicos, secretárias. Mas sentir isso na pele, ou pior, na pele do meu filho (porque toda mãe sabe que a dor no filho dói na gente, às vezes até mais), foi das piores coisas que senti na vida.
Eu gostaria de dizer que esqueci, mas não esqueci, não. Espero, do fundo do coração, que o Enzo já tenha esquecido. Mas, ao mesmo tempo em que não esqueço, minha memória e meu coração vão se preenchendo de uma série de outras lembranças. Lembranças de sorrisos. De cenas que eu apenas sonhava em ver: o Enzo sentado à mesa junto com os colegas. O Enzo segurando um pincel. O Enzo brincando no meio das outras crianças, ainda que fosse jogando areia para cima, numa brincadeira que fazia sentido só para ele. O ano de 2012 passou, e a tempestade passou com ele: em dezembro, o Enzo era uma criança muito, muito diferente.
E veio 2013, e pela primeira vez, eu não me preocupei com a nova professora. Estava curiosa, mas estava segura, porque sabia que a escola inteira estava envolvida com os desafios do Enzo, de uma forma ou de outra. E é isso que mais me apaixona: a equipe que trabalha diretamente com o Enzo faz um trabalho extraordinário, e é responsável direta pelo desenvolvimento deles, e se meu reconhecimento valesse algo (quem dera, né?), estariam todos milionários. Mas não adiantaria eles se esforçarem ao máximo se, saindo pela porta da sala da turminha, o Enzo não encontrasse um ambiente propício ao desenvolvimento dele. Meu coração se aquece a cada manhã em que levo o meu filho e ele passa pelo corredor como um candidato a vereador, cumprimentando e beijando as pessoas. Esse trabalho em conjunto faz toda a diferença e às vezes eu acho que vocês não conseguem ver a grandiosidade do que vocês têm em mãos, em como vocês, todos juntos, formam um exemplo lindo de luta pela educação. Problemas de infraestrutura? Profissionais de mau humor? Desânimo? Há, certamente. Nada nem ninguém é perfeito. Mas, ao entrar na escola de vocês, a gente sente que, acima de tudo, há amor em educar.
Os motivos deste ser um texto escrito, e não falado, é simples: eu não conseguiria passar da segunda frase se tivesse que agradecer desta forma, ao vivo. Porque 2013 está passando, e coisas incríveis têm acontecido. Ninguém nesse mundo acredita mais no meu filho do que eu, mas quando se é mãe de uma criança especial, a gente passa muito tempo reprimindo expectativas, mudando-as, não só para não se frustrar quando as coisas não dão tão certo, mas também para não cobrar demais dos filhos. E de repente, coisas que eu pensei que levariam ANOS para acontecer, desenrolam-se em meses… Meu filho hoje tem pança! Ele chama crianças desconhecidas num parquinho para brincar. Ele me conta, espontaneamente, coisas que aconteceram no dia dele. Ele come muito bem. Explica como ele quer brincar. Ele reclama, ele contra-argumenta. Ele conversa comigo. Ele imagina histórias, cenários e personagens. Uma criança que, diziam, teria muita dificuldade com o lúdico e a imaginação.
Já perdi as contas das vezes que engasguei nos corredores do NEI. De alegria, de emoção. Das vezes em que quis dizer isso tudo que estou dizendo agora, que queria tentar explicar o que sinto com atitudes simples, mas cheias de carinho que vocês têm com ele. E tudo o que sai é um “obrigado” meia-boca, porque a pessoa aqui pode escrever por horas, mas falar sem chorar (e chorar muito) é tarefa quase impossível… Mas não podia deixar passar esse dia 15 de outubro em branco. Porque vocês, e o conjunto que vocês formam, pra mim são a representação máxima dessa profissão tão linda.
Mais de uma vez eu comentei que em dias de chuva a minha admiração se multiplica por vocês conseguirem ficar numa sala cheia de crianças sem enlouquecer. Todos os níveis de professores têm seu valor, mas os da educação infantil, acho, para serem realizados, precisam também ter um senso de abnegação, afinal, a maioria de seus alunos não vão lembrar com detalhes das “aulas”. Alguns podem acabar esquecendo o nome das ‘tias’. Dos seus aluninhos, poucas vezes vão ouvir um ‘obrigado por me ensinar’. Muitas vezes, por fazerem o necessário (mandar escovar os dentes, dar uma bronca merecida), ainda vão ouvir um “chata e feia”. São alunos que nem sempre sabem expressar o que sentem. Definitivamente, não é uma profissão fácil.
Ao mesmo tempo, dá uma certa invejinha. Porque eu amo meu filho e sei que farei diferença na vida dele, mas não sei se já ajudei outra pessoa de fora da família. Se fui o motor de uma mudança que fez a diferença na vida de alguém. Eu sempre pensei comigo mesma que, se ao fim da minha vida olhasse pra trás e percebesse que eu ajudei alguém a ‘tomar tento’ na vida, eu morreria feliz. E vocês fazem isso todo dia. Talvez vocês não consigam resolver o problema de 100% das crianças (afinal, não depende só de vocês), provavelmente alguma coisa que vocês poderiam fazer passa despercebida e não é feita, mas eu tenho certeza que vocês já fizeram muitas famílias mais felizes. Ver um filho crescendo seguro, alegre e saudável não tem preço. E, especificamente sobre mim e o Enzo, eu posso dizer: vocês salvaram o meu filho, e hoje somos absurdamente mais felizes que há um ano.
Nem todos os obrigados do mundo serão suficientes, mas eu não me canso de repetir. Obrigada, obrigada, obrigada. Que a vida de vocês seja sempre abençoada e que vocês possam continuar espalhando coisas boas. Que haja mais professores e professoras como vocês.
Feliz Dia dos Professores!

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Cara, é sério! Uma empresa decorou as paredes com post-its desenhando imagens!!!



Olha que ideia criativa desta empresa, que usou post-it para decorar as suas paredes, no estilo pixel, com desenhos razoavelmente "nerds" (muito legal!)

O bom de tudo isto é que deve ter sido razoavelmente barato e a acredito que a empresa usou a ação como algo integrador!!!!

Ficou legal, as imagens e os vídeos abaixo mostram isso.

(Este post vi primeiro no update or die.)
#marcoschiodi








domingo, 5 de abril de 2015

Oportunidade TI Goodgame - Alemanha


Pessoal, repassando algumas vagas para desenvolvimento/projetos que um ex aluno meu enviou.
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Pessoal a Goodgame Studios​ está contratando! Tem vagas em quase todas as áreas da empresa, principalmente nos times de desenvolvimento de jogos.

Neste link você pode ver todas as vagas disponíveis no momento: http://www.goodgamestudios.com/careers/career-at-goodgame/

Veja também o vídeo sobre a empresa, muito interessante: https://www.youtube.com/watch?v=GbMMvvbAbbs

Dica: traduza para o inglês seu perfil do Linkedin antes de se candidatar a alguma vaga.

sábado, 4 de abril de 2015

O que é "cloud storage"?

Apenas para descontrair!!!