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segunda-feira, 7 de março de 2011

A força do rótulo

Na nossa cultura latina, o rótulo que damos às pessoas quase sempre ficam tatuados em suas peles e, assim como uma tatuagem, dificilmente conseguimos remove-los.

No mercado de trabalho não é diferente, quando o nosso chefe (ou colega de trabalho) nos rotulam, parece que aquele adjetivo é irreversível e irá nos acompanhar para o resto das nossas vídas.

Na minha opinião, há dois aspectos que devemos considerar nessas questões:

1) Rótulo devem ser tratados como etiquetas que podem ser trocadas. Ou seja, se alguém (ou grupo de pessoas) te rotula, você pode (se assim desejar) buscar uma forma de trocar esta etiqueta por meio da troca de percepção deste grupo. As vezes isto pode representar uma melhoria em alguma competência profissional.

2) Rótulos devem ser filtrados (por isso eu reforcei o PODE do item 1), afinal, não é por que a percepção dos outros lhe carimba uma característica que você precisa aceitá-la.

O filme abaixo fala da força do rótulo com crianças, mas acredito que traz uma boa analogia para o mercado de trabalho.




PS: retirei este filme do twitter da @jacquelinee que remetia para este site.

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